Algumas big techs, como Apple, Microsoft e Google, mudaram suas estratégias de compensação de carbono e agora privilegiam a compra de créditos de restauração de áreas desmatadas em detrimento de conservação de florestas.
Como essas empresas são algumas das maiores compradoras de crédito de carbono do mundo, o mercado de projetos florestais precisou se adaptar e o interesse por projetos de conservação diminuiu –inclusive no Brasil, onde há índices altos de desmatamento.
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