CEO global do PRI, iniciativa apoiada pela ONU para investimento responsável, diz que falta de financiamento a emergentes é maior problema da agenda mundial
Os grandes investidores institucionais estão se conscientizando em alocar capital em iniciativas ligadas à transição para uma economia limpa, mas ainda são refratários a direcionar recursos a economias emergentes. A avaliação é de David Atkin, CEO global da iniciativa Princípios para o Investimento Responsável (PRI, na sigla em inglês), apoiada pelas Nações Unidas (ONU). Ele vê esse subfinanciamento como o maior problema do momento da agenda sustentável mundial. “O Brasil tem muitas oportunidades de investimentos sustentáveis, como em projetos relacionados a desmatamento, energias renováveis, minerais e agricultura sustentável, mas o dinheiro não está chegando.”
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