
A decisão do fundo de pensão holandês PFZW de retirar um mandato de €14,5 bilhões da BlackRock tornam algumas mudanças inescapáveis, evidenciando que uma pauta saiu do marketing e foi parar na cabine de votação das assembleias. Ao reorganizar sua carteira, o PFZW deixou explícito que RETORNO, RISCO e SUSTENTABILIDADE pesam o mesmo — e que a coerência entre política e voto é condição de permanência do gestor. O que de forma lógica indica que no cenário atual de mercado, para donos de ativos, o debate sobre ESG deveria deixar de girar em torno de quem “faz” ou “não faz” e passar a tratar de como se faz — e, principalmente, em quem se confia para executar.
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