Sem o capital necessário, nenhum país consegue converter metas climáticas em resultados concretos
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Captação da Sabesp é a maior do mundo em blue bonds
Maior parte do US$ 1,35 bilhão levantado será usado para obras de coleta e tratamento de esgoto no Estado de São Paulo
Continuar lendo Captação da Sabesp é a maior do mundo em blue bondsOito em cada dez instituições financeiras dão notas acima de 7 para a importância da sustentabilidade
São Paulo, 29 de janeiro de 2026 – A sustentabilidade segue reconhecida como tema de grande relevância para os mercados financeiro e de capitais no Brasil. É o que revela a 4ª edição da pesquisa Retrato da Sustentabilidade no Mercado de Capitais, realizada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em parceria com o Datafolha. De acordo com o levantamento, 80% das instituições financeiras atribuem notas acima de 7 para a importância do tema, e 63% afirmam que a pauta ganhou mais relevância nos últimos 12 meses.
Continuar lendo Oito em cada dez instituições financeiras dão notas acima de 7 para a importância da sustentabilidadeChamada de Clima do BNDES seleciona fundos que vão alavancar R$ 16,2 bi no mercado
Os sete fundos de investimento escolhidos receberão aporte de até R$ 4,3 bilhões da BNDESPAR
Continuar lendo Chamada de Clima do BNDES seleciona fundos que vão alavancar R$ 16,2 bi no mercadoNovos fundos irão desbloquear milhões para ações ambientais na linha de frente
Um novo pacote de US$ 67 milhões foi aprovado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) para ajudar as nações a tomarem medidas enérgicas contra a perda de biodiversidade, a poluição e o rápido aquecimento global. Com o apoio do PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o financiamento será direcionado a nove projetos voltados para alguns dos ecossistemas mais frágeis e comunidades vulneráveis às mudanças climáticas na África, Ásia-Pacífico, América Latina e Oriente Médio e Norte da África.
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Resolução CMN nº 5.272/2025 x Resolução CMN nº 4.963/2021:o que muda, de fato, para os investimentos dos RPPS
I. Introdução
A Resolução CMN nº 5.272, de 18 de dezembro de 2025, revoga integralmente a Resolução CMN nº 4.963/2021 e redefine o regime de aplicações dos recursos dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). (Resolução CMN nº 4.963/2021, art. 1º; Resolução CMN nº 5.272/2025, art. 1º e dispositivo de revogação)
Mais do que “ajustar percentuais”, a nova norma:
- reorganiza os segmentos de aplicação (renda fixa, renda variável, investimentos no exterior, estruturados, fundos imobiliários e empréstimos consignados); (Resolução CMN nº 4.963/2021, art. 2º, incisos I a VI; Resolução CMN nº 5.272/2025, art. 2º, incisos I a VI)
- substitui os antigos níveis de governança pelos níveis de certificação institucional do Pró-Gestão RPPS, como critério-chave para liberar o acesso a ativos mais sofisticados; (Resolução CMN nº 4.963/2021, art. 7º, § 7º; Resolução CMN nº 5.272/2025, arts. 7º a 11 e 14)
- eleva tetos de alocação em renda variável, fundos imobiliários, crédito privado, FIDC (cotas sênior) e investimentos estruturados, mantendo o limite global de 10% para investimentos no exterior; (Resolução CMN nº 5.272/2025, arts. 8º a 11 e 14)
- reforça a disciplina de concentração por emissor, limites em relação ao patrimônio das classes de fundos, qualificação de gestores e processo decisório; (Resolução CMN nº 5.272/2025, arts. 18 e 19)
- e exige que as operações sejam realizadas diretamente por instituições financeiras habilitadas, sem prepostos, com estrutura própria e responsável técnico pela atividade. (Resolução CMN nº 5.272/2025, art. 21, § 10)
O objetivo deste texto é oferecer uma opinião técnica, sistematizando as principais mudanças e organizando a comparação entre as duas resoluções em quadros de uso prático por RPPS, consultores e gestores.
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Resolução PREVIC nº 26/2025: o que muda (de verdade) em governança e ASG nas EFPC
A Resolução PREVIC nº 26, de 16 de dezembro de 2025, publicada no DOU em 18/12/2025, altera a Resolução PREVIC nº 23/2023 e aprofunda um movimento que já vinha ganhando tração: proporcionalidade regulatória por segmentação (S1–S4), reforços de governança e integridade e, principalmente, uma camada normativa mais objetiva para ASG (Ambiental, Social e Governança) — com conceitos, metodologia, exigências de gestão e prazos de transparência.
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Brasil tem muitas oportunidades, mas o dinheiro não está chegando, diz CEO do PRI, da ONU
CEO global do PRI, iniciativa apoiada pela ONU para investimento responsável, diz que falta de financiamento a emergentes é maior problema da agenda mundial
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Previc abriu consulta pública até 6 de novembro com proposta de normas mais ambiciosas.
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Evento organizado pela Previ, PRI e Abrapp reuniu especialistas para debater e apresentar estudos de caso no Brasil e Chile
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