Patria compra gestora de US$ 3,5 bilhões em FIDCs e quer ser líder no segmento

Gestora está se firmando nos FIDCs por causa da visão de continuidade do forte ritmo do setor daqui para a frente, diz sócio

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A cultura da conveniência: quando o Compliance só vale pros outros.

Nas últimas semanas, exploramos códigos que viraram fachada, espelhos que escondem a cultura real e lideranças que dizem “eu protejo” — mas não dão espaço, escuta ou coerência. Hoje, avançamos para o próximo nível: a cultura da conveniência, aquela onde o compliance existe — só que “pros outros”.

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O Modelo Fatorial de Private Equity da MSCI

Artigo de Pesquisa Autor: Peter Shepard | Data: 14 de novembro de 2025

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O private equity tem sido uma classe de ativos atraente para investidores institucionais, devido ao desempenho histórico extraordinário, a um possível prêmio de liquidez e à oportunidade de assumir grandes níveis de risco ativo para explorar a habilidade do gestor.

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Não basta dar o exemplo — tem que dar espaço.

Nas últimas semanas, exploramos o contraste entre cultura e papel. Discutimos como um código de conduta bonito não convence ninguém se a prática diária contradiz o discurso. Falamos de canais de denúncia que servem de termômetro cultural, espelhos que distorcem a identidade institucional, e da hipocrisia que nenhuma política escrita consegue encobrir.
Hoje, a lente vira para quem realmente faz (ou desfaz) a integridade de uma organização: a liderança.

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Abrapp Em Foco: Artigo – A inversão da curva de juros reais no Brasil: sinal de alerta para o ciclo econômico – por Fabiano Zimmermann

A recente estrutura invertida da curva de juros reais no Brasil — em que títulos indexados à inflação de médio prazo oferecem retornos reais superiores aos de prazos longos — reflete uma combinação de preocupações com política monetária, fiscal e crescimento futuro. Dada a consistência histórica entre inversão de curva e desaceleração, esse padrão merece atenção como um precursor de recessão.

No Brasil, os títulos indexados à inflação (NTN-B ou IPCA+) mostram uma situação atípica: prazos intermediários (ex: 2030) com yields reais de ~8% ou mais, enquanto prazos muito longos (2055-60) contam com rendimentos quase 100 bps menores, enquanto as estimativas do Banco Central do Brasil (BCB) para a taxa neutra real no Brasil apontam algo na faixa de 5% de longo prazo.

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Case de automação de Investimentos da Funpresp-Jud desperta interesse e inspira outras fundações

O gerente de Investimentos da Funpresp-Jud, Rodrigo Almeida, foi convidado pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (Capef) para participar do Workshop de Boas Práticas em Previdência Complementar, realizado nesta segunda-feira (3), na sede da entidade, em Fortaleza (CE). A apresentação do case “Automação com propósito: como a Funpresp-Jud transformou a operação de investimentos com baixo custo e alto impacto” foi online.

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Código bonito, cultura podre: quando ninguém leva a sério o que está escrito

Nas últimas semanas, falamos sobre a importância dos códigos de ética e da existência de canais de denúncia como pilares estruturais do compliance. Mas também deixamos claro: papel aceita tudo — e o real termômetro de uma organização é sua cultura cotidiana.

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Canal de denúncia não é enfeite — é termômetro cultural.

Nas últimas semanas, falamos sobre governança como prática (não organograma), sobre compliance como estratégia (não apêndice jurídico) e sobre auditoria interna como eixo preventivo — sempre com foco na cultura como engrenagem viva do sistema de integridade. Hoje, avançamos mais um passo: como as empresas realmente escutam?

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Abrapp Em Foco: 46º CBPP: Enquete mostra maior apetite ao risco das EFPCs para os próximos cinco anos

O último trimestre de cada ano é o momento em que as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) devem aprovar a política de investimento de cada plano, que será implementada no ano subsequente. Ainda que essa estratégia seja feita anualmente, o horizonte de longo prazo continua sendo a principal diretriz das fundações. Durante o painel interativo “Política de Investimentos 2026–2030 Sob a Ótica do Gestor”, realizado no segundo dia do 46º Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP), entidades presentes responderam a enquetes em tempo real que revelaram uma visão das tendências que devem pautar as alocações nos próximos anos.

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Entre a Eficiência e a Inércia: O Paradoxo do Viés Doméstico nas EFPC

Desde que Harry Markowitz apresentou a Teoria Moderna de Portfólios em 1952, a diversificação passou a ser vista como um princípio essencial da gestão racional de investimentos. Ao demonstrar que o risco total de uma carteira depende das correlações entre ativos e não apenas de sua variância individual, Markowitz inaugurou o conceito de fronteira eficiente, base para toda a moderna teoria de alocação de recursos.

Nas EFPC, cuja missão é garantir benefícios de longo prazo, a aplicação dessa lógica é ainda mais importante. Essas instituições operam com horizontes intergeracionais e precisam equilibrar segurança, rentabilidade e solvência. No entanto, as carteiras continuam excessivamente concentradas no mercado doméstico, o que as distancia das práticas internacionais e da eficiência teórica.

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